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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 350

Klébia dormiu atordoada por várias horas.

Quando acordou.

Eram cinco da tarde.

Abriu os olhos e olhou instintivamente para a mesa do quarto.

Pela experiência de sempre, todo fim de semana Oziel ficava em casa com ela.

Não importava a que horas ela acordasse da sesta, sempre o via na mesa tratando de negócios.

Mas hoje houve um imprevisto.

Ele não estava lá.

Klébia franziu a testa ligeiramente, ligou o celular e viu o monte de mensagens de WhatsApp do Rita.

Klébia já estava de mau humor, e vendo aquelas mensagens sem fim e inúmeros áudios de mais de 60 segundos...

Simplesmente mudou o nome de Rita para "Fantasma Cobrador".

Klébia: [Você escolhe o local]

Tudo bem, tudo bem.

Ela o veria, senão ele continuaria cobrando como se fosse a morte.

Klébia: [Mas, comporte-se]

Rita: [Comportada, por favor tenha piedade.]

Logo.

Klébia recebeu a mensagem de Rita, o local era um hotel sete estrelas.

Mais precisamente, o restaurante ocidental do hotel.

Ela gostava muito da comida daquele restaurante.

Salvou o endereço.

Confirmou o horário.

Klébia vestiu um casaco e desceu as escadas.

Ninguém na cozinha.

Ninguém na sala.

Ninguém em lugar nenhum.

— Srta. Paixão, acordou. — Samara tinha acabado de voltar das compras e disse sorrindo: — Houve um problema no grupo, o Sr. Andrade voltou para resolver.

— Ah.

A esperança de Klébia de vê-lo na sala foi destruída, e ela desabou no sofá como uma boneca de pano.

Rita marcou o encontro para as seis horas.

Faltava menos de uma hora.

Klébia não encontrou ninguém, então pegou o celular.

Oziel estava fixado no topo do WhatsApp.

Foi para a empresa e não avisou?

Nem mandou mensagem?

O dedo de Oziel tremeu.

Klébia não tinha amigos que ele não conhecesse.

Será que era o RC?

Lembrando das mensagens que Rita enviou para Klébia, os dedos de Oziel se fecharam involuntariamente, e seus olhos ficaram assustadoramente vermelhos.

Klébia queria abrir o jogo com ele?

Oziel: [Mande o endereço para mim.]

Não importava quem fosse, ele iria ver pessoalmente.

Se fosse realmente...

Oziel apertou a ponta do nariz, sentindo como se uma placa de ferro pressionasse seu peito, quase o impedindo de respirar.

— Allan.

— Chefe. — Allan e Yuri empurraram a porta juntos, gaguejando: — O senhor... tem alguma ordem?

Nunca tinham visto o rosto do chefe tão feio.

— Klébia vai me levar para conhecer alguém. — Oziel levantou-se e caminhou a passos largos para fora, com o rosto frio: — Peça ao shopping para preparar alguns looks, vou lá provar agora.

Hã?

O chefe ia encontrar quem, para se arrumar com tanta pompa?

Eles se entreolharam por alguns segundos e entenderam de repente.

Será que era o amigo de infância com quem a Srta. Paixão dormiu junto por mais de dez anos?

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