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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 290

— ...

Vendo o sorriso sugestivo do homem, Klébia ficou sem palavras.

Um "seu homem" valia cem milhões?

Tsc.

Homens que nunca namoraram eram mesmo fáceis de enganar.

—

Fim de semana.

Dez horas da noite.

Klébia, de barriga cheia, bocejava enquanto segurava a caneta.

Ela mexia aqui, remexia ali, e de vez em quando olhava para o banheiro atrás dela.

Por que ele não saía logo?

*NHEC—*

Quando ela estava prestes a cochilar, a porta do banheiro se abriu, e um homem de roupão e cabelos úmidos saiu.

— A toalha.

Klébia imediatamente se levantou da cadeira e caminhou até ele com a toalha na mão.

— Obrigado, Klébia.

Oziel ergueu os olhos e viu Klébia olhando fixamente para ele, um leve sorriso se formando em seus lábios.

A toalha estava nas mãos dela; não era de se admirar que ele não a tivesse encontrado no banheiro.

— De nada.

Klébia ergueu as sobrancelhas preguiçosamente, um sorriso leve em seu rosto.

— Uma mão lava a outra. Eu entrego a toalha ao Sr. Andrade, e o Sr. Andrade faz meu dever de casa. Justo, não é?

Na reta final para os exames, todos os professores pareciam estar cheios de energia.

Distribuindo provas, aplicando provas, corrigindo provas.

Uma maratona de exercícios, um atrás do outro.

E assim.

Neste fim de semana, ela trouxe para casa outra pilha de provas, e português ainda exigia uma redação...

Klébia esteve ocupada com o reencontro familiar e o videoclipe de Valentino nos últimos dois dias, e não teve tempo algum para fazer nada.

O quê?

Oziel, que estava secando o cabelo, parou por um instante ao ouvir suas palavras. Um sorriso preguiçoso surgiu em seus lábios.

Então era isso.

Klébia estava sendo gentil porque estava esperando por isso?!

— Obrigada.

Sem dar a Oziel a chance de recusar, Klébia enfiou a caneta na mão dele e disse com um sorriso forçado.

— Vou dormir primeiro, boa noite.

— Klébia... — Oziel franziu a testa, tentando explicar pacientemente.

— ...

Klébia fez uma careta, sua voz rouca.

— Não consigo dormir.

Embora tivesse ido para a cama cedo, ela se virou e revirou, incapaz de dormir direito.

— Certo.

Oziel suspirou levemente, levantou o cobertor e deitou-se.

Assim que se deitou, Klébia imediatamente se aninhou em seus braços, a bochecha apoiada em seu braço.

— Com você agindo assim, como vou me explicar para seus dois irmãos?

Oziel baixou os olhos e viu que ela o abraçava firmemente pela cintura, os olhos fechados, a respiração calma.

Ele mal tinha prometido "tratá-la com respeito" e, de repente, ela estava em seus braços.

Embora não tivessem feito nada, era o suficiente para enlouquecer Valentino e Yuriel, os dois irmãos superprotetores.

— Que perdição.

Oziel sorriu, seus dedos acariciando gentilmente o cabelo da garota. Uma onda de calor percorreu seu corpo, e ele riu, impotente.

— Ainda bem que falta apenas um mês para a formatura.

Caso contrário...

Abraçá-la assim todas as noites era praticamente forçá-lo a ser um animal.

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