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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 272

— O professor de física e o professor de matemática brigaram pelos dez minutos do meu intervalo.

Klébia narrou a história com entusiasmo e de forma vívida.

“...”

Oziel franziu a testa e perguntou com a voz rouca: — E o que você fez?

— Fiquei olhando os dois brigarem. — Klébia deu de ombros, dizendo com indiferença: — Quando eles terminaram, o sinal tocou. Problema resolvido, ninguém precisou mais disputar.

Claro.

Não foi uma briga de verdade, eles apenas gesticulavam com as mãos, sem que nenhum dos dois ousasse dar o primeiro golpe.

Era a personificação do meme: “Parem de brigar”.

— Mais alguma coisa?

Não ouvindo o que queria, Oziel curvou os lábios e perguntou em voz baixa.

— Não.

Klébia balançou a cabeça, depois continuou a comer, ignorando Oziel.

“...”

Oziel sentou-se ao lado, frustrado, uma nuvem sombria pairando sobre ele, seu rosto tão escuro que parecia prestes a chover.

Ele realmente suspeitava cada vez mais que a garotinha queria ter dois ao mesmo tempo.

Se fosse esse o caso...

Ele poderia ser o principal?

Assim, ela gostaria um pouco mais dele!

—

Meia hora depois.

Os dois voltaram para casa.

— Sr. Andrade, Srta. Paixão. — Samara arrumou os chinelos e disse respeitosamente: — A porta já foi consertada. A Srta. Paixão pode voltar para o seu quarto esta noite.

— Certo.

Oziel assentiu levemente, sentindo que, enquanto o relacionamento não estivesse definido, era preciso manter uma certa distância.

Em seguida, olhou para Klébia.

— Ainda está com fome? Quer comer algo?

— Não.

Ao ouvir que teria que voltar para seu quarto, o humor de Klébia ficou bastante deprimido.

Seu apetite desapareceu instantaneamente.

Noite adentro.

Klébia se revirava na cama, incapaz de dormir, seus grandes olhos fixos no teto.

Estranho.

Apesar dos pesadelos constantes antes, pelo menos ela conseguia dormir.

Por que, depois de dormir algumas noites no quarto de Oziel, ela estava com insônia ao voltar para o seu?

Depois de muito tempo de olhos abertos.

Klébia pegou seu travesseiro, levantou-se, abriu a porta e caminhou em direção ao quarto de Oziel.

Essa garota era muito ousada.

Afinal, ele era um homem normal.

“...”

Oziel não se moveu mais, apenas deu tapinhas leves em suas costas, acalmando-a.

— Durma.

Menos de cinco minutos depois.

A respiração da garota em seus braços tornou-se suave e regular, claramente já no mundo dos sonhos.

“...”

Olhando para Klébia, que dormia pacificamente de olhos fechados, Oziel passou os dedos levemente em seu rosto, com a testa franzida.

Ela gostava dele ou não?

Se gostava, como podia tolerar a aproximação de outros homens?

Oziel sorriu amargamente.

Com quase trinta anos de vida, era a primeira vez que se sentia tão perdido.

Estava enlouquecendo.

O que ele precisava fazer para que o coração dela fosse só dele?

Ou então...

Ele poderia simplesmente dar um fim em Yuriel!

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