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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 261

[Vamos nos encontra amanhã à tarde.]

— ...

Ao ver o histórico de conversas no celular, a mão de Oziel que segurava a fruteira se apertou subitamente, e uma sombra sinistra cobriu seu rosto bonito e nobre.

Klébia nunca gostou de se aproximar de rapazes, e era a primeira vez que ela convidava alguém para um encontro.

Será que ela realmente se apaixonou por Yuriel?

Oziel largou a fruteira, olhou para a janela de vidro transparente à sua frente e franziu ligeiramente a testa.

Seu rosto não era pior que o de Yuriel.

Ele agora suspeitava seriamente que a dependência de Klébia em relação a ele talvez fosse porque ela realmente o via como um irmão.

— ...

Oziel esfregou a testa, impotente, e um sorriso resignado surgiu em seus lábios. Parecia que ele precisava avançar um pouco as coisas.

Caso contrário...

Aquela garota nunca se daria conta.

—

No dia seguinte.

Klébia só foi para o café depois de “ajudar” Brandon com as provas.

— K.

Yuriel havia chegado antes dela e, ao vê-la aparecer, levantou-se imediatamente para recebê-la.

Embora a garota fosse muito mais nova que ele, no mundo das corridas, ela era sua veterana, e Yuriel conhecia as regras.

— Sente-se.

Klébia jogou a mochila na cadeira de forma displicente e disse ao garçom:

— Um café com leite e uma fatia de bolo de manga.

A comida foi servida rapidamente.

Klébia pegou o garfo com impaciência e provou um pedaço do bolo, franzindo a testa no instante em que o colocou na boca.

— O que foi?

Vendo sua reação adorável, Yuriel não conseguiu evitar um sorriso.

— O gosto não é bom. — Disse Klébia, enfiando o bolo na boca com as bochechas cheias.

Não era tão gostoso quanto o que Oziel e Samara faziam.

— ...

Olhando para o prato vazio, o sorriso nos olhos de Yuriel se aprofundou.

— Se não estava bom, por que comeu tudo?

O magnata financeiro do Estado do Norte, o homem mais rico da Cidade Celestina do Sol, com um status nobre e poder imenso, mas impiedoso e cruel, não era alguém com quem se pudesse lidar facilmente.

Ela conseguiria lidar com um homem de mente tão profunda?

Com certeza não.

— Hum? — Klébia parou e se virou lentamente, ainda com uma bala que Oziel lhe dera na boca. — Ele, ah, conheço um pouco.

Ele era rico, bonito e tinha um bom físico. O resto não importava.

— Então, você realmente gosta dele, não foi forçada? — Yuriel estreitou os olhos, observando Klébia com um ar investigativo.

— Forçada?

Klébia riu ao ouvir aquilo.

— Se alguém forçar, serei eu forçando os outros.

Yuriel:

— ???

— Boa pergunta, mas não a faça de novo.

Klébia comeu outra bala, seu tom de voz era calmo e preguiçoso.

— Leia o material com atenção e resolva o que precisa ser resolvido nos próximos dois dias. Daqui a pouco, você não terá tempo.

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