Na quietude da noite, de repente, um raio cortou o céu, seguido por um rugido trovejante, rompendo o silêncio da noite.
De uma casa abandonada e decrépita, ecoou um grito mais alto que o trovão.
"Não... não venha aqui, pare agora mesmo!" Thomas implorou enquanto desviava, mas os cassetetes continuavam a cair impiedosamente sobre ele.
"Ah..."
Com o golpe final aterrissando em sua perna, ele apertou o membro ferido e uivou de dor.
Mas o homem diante dele estava sem expressão, seus olhos preenchidos com puro desdém.
"Avalie sua própria força antes de se atrever a ameaçar o Diretor Ye."
Segurando sua perna, Thomas encarou o homem a sua frente, "O Shane pensa que pode me tratar assim sem consequências?"
"Você acha que terá essa chance?" o homem zombou.
Ele então sinalizou, e seus subordinados rapidamente avançaram, dominando Thomas.
Esta ação fez Thomas empalidecer de medo, seu rosto cheio de terror, "O que... o que você está tentando fazer? Solte... solte-me."
O homem o ignorou, um sorriso frio pendendo de seus lábios. Ele se aproximou de Thomas passo a passo, agachou-se à sua frente, tirando uma pílula.
"O qu... o que você vai fazer?" Thomas gritou de horror. Seus olhos saltaram, embora ele quisesse fugir, se viu completamente incapaz, incapaz até de lutar.
O homem simplesmente respondeu com um sorriso, "Acalme-se. O Diretor Ye não vai tirar sua vida. Ele só quer garantir o seu silêncio."
"Não...não..." Thomas lutou com todas as suas forças, mas não conseguiu se libertar das amarras que o prendiam. Ele só pôde assistir impotente enquanto o homem forçava a pílula em sua boca.
Ele tentou cuspir, mas o homem cobriu sua boca com força, fazendo-o engolir a pílula.
"Mmm... Mmm..." Thomas tentou falar, mas nenhum som saiu.
O homem fez um gesto para a pessoa que segurava Thomas para soltá-lo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Renascida e seus Cinco Irmãos
amei o livro, so que o nomes dos personagens foi alterando e ficou um pouco confuso...