“Hoje é um dia de confraternização. Desde que não atrapalhe o trabalho, não me importo com os assuntos pessoais de vocês.”
A Sra. Coelho declarou: “Mas se afetar o trabalho, prejudicar a harmonia entre os colegas, então nenhum dos dois continuará aqui.”
Teresa mordeu os lábios. Apesar de estar insatisfeita, valorizava muito aquele emprego e não ousou contrariar a Sra. Coelho, tampouco se atreveu a dizer mais alguma coisa.
Já Dandara lançou um olhar de aprovação para a Sra. Coelho; achou-a justa, imparcial e nada oportunista.
Acreditou que sua supervisora do departamento de design era realmente competente.
No fundo, Ondina demonstrou ter bom discernimento ao indicá-la.
“Vamos comer.” A Sra. Coelho, percebendo o olhar estranho de Dandara, sentiu-se um pouco confusa, mas não fez mais comentários.
Durante o jantar, ninguém se sentiu realmente à vontade.
Principalmente Teresa, que ficou ainda mais desconfortável ao ter que pagar a conta no final.
O valor total passou dos cem mil reais.
O plano dela era conquistar os colegas e se exibir, mas no fim acabou se expondo negativamente.
Mesmo assim, foi obrigada a ir sorrindo pagar a conta!
Quanto mais pensava, mais revoltada e indignada se sentia.
Logo após o pagamento, Dandara já havia desaparecido.
Teresa despediu-se dos outros e, ao sentar-se no carro, não conseguia entender o que tinha acontecido!
Dandara, aguarde só!
Amanhã, ela faria de tudo para conquistar o contrato daquele grupo de filmagem; estava decidida a expulsá-la da “Cetro”!
Enquanto pensava nisso, Valentino ligou para ela, com voz suave: “Já levou os colegas para jantar?”
Assim que ouviu a voz de Valentino, Teresa sentiu uma grande mágoa e começou a chorar: “Valentino, hoje passei muita vergonha, buá buá…”
Ao ouvir o choro dela, Valentino ficou sensibilizado e logo perguntou: “O que aconteceu?”

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