Ricardo assentiu apressadamente: “Sim, foi resolvido.”
“A Sra. Duarte, na época, afirmou categoricamente que a pulseira da Sra. Moreira era falsa e… não sei como, conseguiu chamar a presidente da ‘Cetro América Latina’, Ondina. Ondina veio pessoalmente entregar uma pulseira verdadeira para a Sra. Duarte.”
“A Sra. Moreira pediu desculpas e foi expulsa por Flávia naquela mesma noite.”
“Realmente impressionante.” Ramon sorriu de leve, sem demonstrar emoção em seu tom: “De fato, me surpreendeu.”
Ricardo também olhou para Dandara, que caminhava na direção de Viviana: “A Sra. Duarte realmente é diferente, não só consegue distinguir a autenticidade das pulseiras, como também trouxe alguém importante para entregar a pulseira pessoalmente.”
Caso contrário, como poderia chamar a atenção do senhor deles?
Ramon, como se lembrasse de algo, perguntou novamente: “Teresa estava ajoelhada na capela da família?”
“Sim.”
Ricardo assentiu com a cabeça e disse: “Dei instruções, a Sra. Barros foi castigada severamente, e o funcionário encarregado da disciplina não poupou esforços.”
Ricardo refletiu, pensando se o Sr. Ramon não estaria defendendo a Sra. Duarte.
Pensando melhor, achou pouco provável.
Talvez, para o Sr. Ramon, fosse apenas uma nova distração.
Desde a morte da mãe do Sr. Ramon, ele assumira o controle de toda a família Amaral e o império comercial só crescia em força.
Para o Sr. Ramon, poucas pessoas ou situações ainda despertavam seu interesse.
Talvez fosse apenas para passar o tempo.
Ramon puxou a gola da camisa, mudando de assunto abruptamente: “À noite, o que foi aquele vinho que meu avô mandou me servir?”
À noite, Vicente havia acordado, o que deixou todos contentes, e decidiram jantar no quarto de Vicente.
Vicente, animado, pediu ao mordomo que trouxesse vinho para os presentes. Disse que não podia beber, mas ficaria feliz em vê-los beber.
Ramon, que tinha boa resistência ao álcool, bebeu algumas taças.

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