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A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE. romance Capítulo 80

ELISA RIVER.

Não podia acreditar que ele era sonâmbulo. Eu nunca poderia imaginar isso de Victor.

Ele subiu em cima de mim e começou a me beijar. Pensei em lhe empurrar para longe. Mas lembrei das histórias — não pode acordar um sonâmbulo, nunca acordar, pode causar pânico, confusão. Então resolvi, me sacrificar pelo bem dele e deixar ser beijada.

Eu também não estava mais pensando direito, pois meu corpo traía qualquer lógica: os mamilos endureceram sob a blusa fina, roçando no tecido como se implorassem por um toque, e entre as pernas, um vazio pulsante pedia para ser preenchido.

Ele se aproximou ainda mais, o peito largo e quente colando em mim, os lábios roçando meu pescoço num beijo úmido, preguiçoso. A barba por fazer arranhou minha pele sensível, enviando arrepios elétricos pela nuca, descendo até a base da espinha.

— Victor? —, sussurrei, a voz rouca de desejo. Estávamos entrando numa zona perigosa de desejo. E nada, ele ainda estava dormindo.

Era só mais um beijo, pensei. Então ele começou a sugar de leve a pele do meu ombro, a língua quente traçando um caminho molhado que me fez arquear involuntariamente.

Meu corpo inteiro queimava. O short estava encharcado agora, o tecido colado na minha boceta inchada, sensível a cada respiração dele contra mim. O cheiro dele invadia minhas narinas — suor salgado, pele quente, aquele perfume masculino que me deixava enlouquecida de tesão só de senti.

As mãos grandes dele subiram por baixo da minha blusa, sua palma roçando minha barriga trêmula, subindo até os seios pesados. Ele apertou, os polegares circundando os mamilos duros como pedras, pinçando de leve. Um gemido escapou dos meus lábios, baixo, o prazer se espalhando como fogo líquido pelo meu ventre. Meu clitóris latejava forte, implorando, e eu esfreguei as coxas uma na outra, sentindo o mel escorrer, deixando uma trilha pegajosa na pele.

Ele desceu os beijos pela minha barriga, a respiração quente soprando contra o tecido úmido do short. As mãos dele engataram no elástico, puxando devagar, o ar fresco do quarto roçando minha pele exposta, contrastando com o calor latejante entre as pernas. Meu short deslizou para baixo, revelando minha boceta depilada, lábios inchados e reluzentes de umidade, meu clitóris ereto e rosado pulsava visivelmente.

O cheiro do meu tesão subiu forte, misturando-se ao dele. Meu coração martelava e minha razão perguntava: devo acordar ele? Devo parar isso? Minha razão gritava — ele nem sabe o que está fazendo, está dormindo, é errado e perigoso se ele acordar no susto.

Mas a excitação… ah, porra, a excitação me consumia. O médico proibira penetração, mas sexo oral? Isso era permitido, inofensivo. Doutor Walter respondeu, quando lhe perguntei em particular. Eu precisava. Precisava daquela boca faminta lambendo cada gota minha, depois de ficar vendo aquele pauzão dele me tentando, duro e grosso, me deixando louca de vontade. Precisava me aliviar, gozar até as pernas fraquejarem e esquecer tudo.

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