Mirella Vasconcelos abraçou os ombros de Heloísa Vasconcelos e a consolou suavemente: — Já passou, Heloísa, a mãe está aqui, ninguém pode te maltratar!
— Mãe. — Heloísa Vasconcelos abraçou Mirella Vasconcelos e chorou de cortar o coração, como se tivesse sofrido uma grande injustiça.
Ela sempre achou que era o orgulho de Alberto Vasconcelos, e que nem Flávia se comparava a ela.
Não esperava que o pai ainda tivesse algum sentimento por Flávia.
Ela faria o pai sentir apenas ódio por Flávia!
Alberto Vasconcelos percebeu que havia entendido Heloísa Vasconcelos mal, aproximou-se rapidamente e suavizou a voz: — Heloísa, eu não sabia que as coisas tinham sido assim.
— A Flá... Qual é a situação da Flávia agora? — Ele ainda perguntou.
Heloísa Vasconcelos fungou, com a voz embargada: — Nós procuramos a irmã por uma semana e só encontramos o celular que ela deixou cair e pedaços de sua roupa.
— Ela... provavelmente nem restaram vestígios dela...
O corpo de Alberto Vasconcelos balançou, e Mirella Vasconcelos se adiantou rapidamente para ajudá-lo a sentar: — Marido, você está bem?
— Estou bem. — Alberto Vasconcelos acenou com a mão sem força, com o rosto cheio de tristeza.
— Fique com a Heloísa, eu vou sair um pouco.
— Ei, marido... — Mirella Vasconcelos quis chamá-lo, mas os passos do homem não pararam.
Ele entrou no carro e seu corpo amoleceu no banco.
Flávia realmente morreu? Ele não acreditava.
Ele tinha que ir perguntar direito.
Ele dirigiu até a casa da família Viana e tocou a campainha.
Augusto Viana, que veio abrir a porta, viu que era Alberto Vasconcelos e bateu a porta com força com um estrondo.

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