— Rafael, cuidado.
Rafael assentiu, entrou na água, nadou até onde o relógio estava e o tirou da pedra.
Pietra procurou ao redor com um olhar de esperança.
— Vocês estão procurando alguém?
Uma voz masculina jovem veio de trás de Pietra, e ela se virou bruscamente.
— Sim. — Ela abriu o celular apressadamente, encontrou uma foto com Flávia e entregou, com a garganta apertada: — Você a viu? Se tiver alguma pista, eu posso te pagar.
— Eu a levei para o hospital. — O homem olhou para a foto, confirmou que era amiga de Flávia e disse para onde ela tinha ido.
— O que você disse? Tem certeza de que a Flávia está bem agora? Em qual hospital ela está? — Pietra disparou uma série de perguntas.
— Ela está bem, eu levo vocês até ela.
As lágrimas de Pietra jorraram, com o rosto cheio de gratidão: — Obrigada, obrigada.
Em seguida, ela olhou na direção de Rafael: — Rafael! Volte, volte.
Rafael ouviu o barulho e voltou para a margem, olhando para o homem ao lado de Pietra com um olhar confuso.
— Rafael, ele salvou a Flávia, a Flávia está bem, ela está no hospital.
— Então vamos rápido.
Rafael e os outros dois dirigiram até o hospital.
No caminho, os três fizeram apresentações simples.
O jovem se chamava Caio Rocha, era morador da Vila das Pontes. No caminho de volta para casa, viu alguém na água, a resgatou e a levou ao hospital.
Os três chegaram ao hospital e correram até o quarto de Flávia.
Ela estava com os olhos fechados, o rosto pálido e até a respiração estava fraca.
— O médico disse que a saúde dela é fraca e que só conseguiu salvar o bebê desta vez porque ele tem muita sorte. Ela precisa descansar bem, senão, mesmo que o bebê chegue ao fim da gestação, haverá um grande risco no parto.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Mestre Restauradora e Sua Filha Secreta