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A Estagiária Gordinha do CEO romance Capítulo 27

Ícaro

Os pulsos amarrados na cama, os cabelos dela espalhados no travesseiro. Seu cheiro doce se misturando aos fluidos de ambos, era uma combinação extasiante.

Amélia juntou os joelhos, fechando as pernas. A expressão dela não apresentava nenhuma nuance de medo, ou receio. Esse gesto, significava vergonha.

Não sabia que caralhos aconteceu com essa menina depois de dormirem juntos, mas alguém fodeu completamente com uma parte importante dela.

Pegou um de seus pés, trazendo para o seu peito, massageando seus dedos, tendões, beijando sua pele; até posicionar a planta no centro de seu próprio tórax. Ela estava surpresa e inquieta.

As cicatrizes no corpo dela eram profundas, havia muito mais do da primeira vez que dividiram a mesma cama. A pessoa que fez isso a marcou como gado para sempre.

- Está ansiosa? – ele perguntou, massageando a panturrilha dela.

- Eu.. – ela se mexeu, apertando as coxas. – O que vai fazer comigo?

- Te dar prazer. –ele se aproximou, beijando a extensão da perna dela, acariciando suavemente.

A pele dela se arrepiava. Mudar a forma como tocava uma mulher na dominação era muito importante. A ideia de que só o Dom (dominador) era o foco da satisfação e do prazer, não é verídico.

Ser um Dom, significava colocar sua submissão acima do seu próprio prazer, se baseava na capacidade de elevar as experiências sexuais dela ao máximo, e despertar sua sexualidade e feminilidade.

Amélia era virgem quando usou a dominação com ele na noite da festa. Ela era muito sensível e receptiva. Mas agora, já estava mais madura, cheia de desejos frustrados e traumas envolvendo o próprio corpo.

Ensinar a ela a submissão agora, não era uma opção. Seria necessário tempo, confiança e profundidade entre eles, para que enfim ela se tornasse uma submissa.

Por hora, satisfazer aquela necessidade de se sentir desejada que brilhava em seus olhos, seria a prioridade.

- Se abra para mim, pequena. – observou o rosto dela se contrair, iluminado pela luz pálida da lua.

Separando as pernas timidamente, ela permitiu que Ícaro subisse as mãos pela parte interna de suas coxas.

- Feche os olhos. Se você ousar olhar, receberá um castigo. – disse beijando a pele salgada e macia dela.

Se levantou, atento à receptividade da ordem que deu a ela. Amélia fechou os olhos, mordendo os lábios. Diabos de menina sexy!

Abriu a gaveta. Assim que chegou da viagem a Dallas, trouxe para esse apartamento algumas coisas que gostaria de experimentar na Amélia. Geralmente não usava esse lugar, então nada pessoal ficava ali.

Olhou para os itens dentro da caixa preta, a sensibilidade dela mudou, por isso poderiam explorar essa parte ainda mais. Pegou um pequeno frasco redondo, e um estimulador de gel frio. É o bastante para começar.

O corpo dela era uma arte profana de sensualidade. Nada do que poderia ser considerado imperfeito, era relevante no que compunha suas pernas grossas, suas coxas gostosas, os seios suculentos tamanho gg, de mamilos rosados, eretos como picos do pecado, a cintura dela era mais fina, marcada na proporção de ampulheta, bunda grande, empinada, que rebolava involuntariamente a cada passo que ela dava. O jeito que Amélia caminhava, fazia seu pau ficar duro instantaneamente.

Pro caralho com essas idiotices de celulite, estrias, gordura localizada! Ela é uma mulher gostosa do cacete, que incentiva sua cama desde a primeira vez.

- Pequena, lembre-se, não deve abrir os olhos. Deixe o seu corpo despertar, se permita sentir tudo.

- Si.. sim..

Ele pegou uma porção da substância no frasco, e levou aos mamilos dela, massageando lentamente com as pontas dos dedos.

- Ahh... ohh... o que.. o que é isso?

- Shiii... se concentra na sensação. – respondeu deslizando as mãos pelas curvas dela, tocando suavemente, sentiu a umidade dela minando quente, escorrendo por seu pau.

- OH ohhh Ícaro...me sinto.. estranha... meus seios.. – Amélia se mexeu tentando soltar as mãos.

- Peça para mim, onde você quer ser tocada. – respondeu próximo ao ouvido dela.

- Meus.. os meus seios estão queimando.... Oh Ohhhh

- É bom?

Essa menina tão insegura, nesse momento, levou sua libido ao limite. Nunca perdeu o controle dessa forma.

- Não deveria ter me provocado assim!

- O que...

Com movimentos rápidos, ele soltou a corda da cama e colocou Amélia de quatro, pressionando seu tronco contra o colchão. Entrou dentro dela novamente com uma só investida, segurando a corda para trás.

- OHHH ohhhh!!!! – os gritos dela ficaram mais altos.

A força que usava abria o corpo dela cada vez mais, alucinado pelo desejo depois daquela “mamada” que ela lhe deu, desferiu vários t***s naquela bunda enorme que empinava mais a cada metida.

- Eu vou gozar... ahhh AHHHHH. Ícarooooooo!

O corpo dela estremeceu violentamente, amolecendo exausta. Passou um braço firmemente em sua cintura, a mantendo no lugar. Enquanto seu pau permanecia frenético investindo dentro dela.

- Não aguento mais... eu não... – sussurrou.

- Pense bem antes de me provocar, da próxima vez.

A mulher linda em sua cama fechou os olhos, se entregando, se preparou para a onda de prazer intenso que estava prestes a chegar.

Um rugido profundo escapou de sua garganta, enquanto gozava gostoso dentro do útero dela. Vários minutos se passaram, ele não conseguia soltá-la, a ideia de sair de dentro dela era desagradável.

Amélia desfaleceu completamente em seus braços. Ele a aconchegou em seu peito, abraçando-a com cuidado. Sabia que precisava cuidar bem da sua garota. Mas ela precisava descansar bem, foi uma noite alucinante.

Beijou os lábios inchados dela, tirando as mechas de cabelo molhados do rosto dela.

- Ah Amélia, minha doce menina sedutora. Você é minha, minha deliciosa submissa.

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