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A Esposa Renascida da Elite romance Capítulo 688

No local, havia apenas duas mulheres. Olavo, instintivamente, olhou para Manuela. "Lucão, eu não sei de nada!"

Logo em seguida, franziu a testa e apontou para Manuela, repreendendo-a: "Quem é você? Quem deixou você entrar? Saia imediatamente!"

Manuela: "?"

Lionel: "……"

O rosto de Lucas escureceu instantaneamente.

Lionel tratou de intervir: "Deixe-me apresentar, Olavo, esta é a Srta. Silva, a esposa do nosso Lucão."

A voz de Lucas soou cortante como gelo: "Estou perguntando de você, Sophia!"

O sorriso arrogante de Olavo congelou no rosto. Ele olhou incrédulo para Manuela, depois para Sophia, caída no chão em situação lamentável, e sentiu o suor frio escorrer.

"Não, Lucão, eu... eu não sabia que ela era sua esposa... Quanto à Srta. Almeida..."

"Irmão, não precisa colocar Olavo nessa situação." Sophia, ainda no chão, falou, claramente constrangida, segurando as roupas e sem coragem de se levantar. "Fui eu que insisti para entrar, vim trazer uma sopa para você..."

"Este é o meu escritório. Uma pessoa sem relação alguma pode entrar quando quiser?" Lucas não teve paciência para discutir com ela e foi direto ao ponto com Olavo: "Olavo, quem te deu permissão para deixar qualquer um entrar?"

Olavo estava completamente suando.

Ele sabia muito bem que não era permitido deixar pessoas entrarem no escritório do Lucão sem autorização. Permitira a entrada de Sophia por um desejo de agradar.

Sabia algo sobre a identidade de Sophia. No início, hesitou, mas quando viu Sophia com uma marmita, chamando Lucas de irmão de maneira tão afetuosa e dizendo que vinha trazer comida, achou que o relacionamento deles era bom.

Assim, colaborou com Sophia, deixando-a entrar discretamente, esperando surpreender Lucão. Quem diria...!

Uma mulher que nem sequer podia ser considerada meia-irmã, entrando no espaço reservado dele, usando o chuveiro e a toalha de banho, o que ela estava pretendendo?!

O rosto de Sophia ficou vermelho vivo. De cabeça baixa, ela murmurou: "Irmão, desculpe, acabei derramando sopa em mim, sujei minha roupa e precisei tomar banho..."

Manuela ficou de braços cruzados, e ao ouvir aquilo, não escondeu um leve riso sarcástico.

Quão suja a roupa poderia estar? Ela mesma havia olhado a sopa antes, estava praticamente cheia.

Além disso, mesmo que estivesse realmente suja, uma pessoa normal não aguentaria esperar chegar em casa para se lavar?

Incomodada, Manuela repetiu: "Srta. Almeida, por favor, vista-se!"

Depois disso, foi até a porta do banheiro e a fechou, isolando Sophia lá dentro.

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