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A Esposa que "Morreu": O Despertar da Obsessão romance Capítulo 158

O vento que entrava pelas janelas do corredor trouxe uma leve frieza, despertando a última esperança irrealista no fundo de seu coração.

Beatriz riu levemente, zombando de si mesma; seus olhos estavam vazios.

Deixa pra lá.

Apenas faltavam alguns dias para o prazo da Citação Judicial terminar.

De qualquer modo, mais dia, menos dia ela resolveria tudo publicamente.

Ela não deveria ter urgência de momento.

No fim das contas, ele nunca se importou.

Quando Arthur se afastou e saiu, Beatriz sequer parou ali e retomou seu lugar andando para a Cúpula.

Gabriel e Bruno conversaram de leve sobre um negócio futuro, e ao a ver chegar perguntou: — Aonde você estava?

— Tomei um pouco de ar.

— Venha. Nós vamos para a ala VIP. — Gabriel ajeitou os documentos que tinha em mãos: — A base farmacêutica do Almeida Pharma e suas instalações de exatidão em diagnósticos se equiparam às exatas proporções do nosso projeto e se formarmos acordo as disputas governamentais serão perfeitas a nós.

Eles foram ao longo da cobertura do prédio ao longe do salão.

Bruno ficava atrás da mesa ali a colocar um chá. Assim que viu os dois caminharem ele olhou para cima e assentiu: — Sr. Santos, Srta. Beatriz, podem se sentar.

Após leves e triviais trocas, Bruno pôs de encontro às mesas os dois chás e com pressa os conduziu direto ao tópico: — Soube que a Apex Biotech estuda se unir a projeto para o governo no momento?

— Sim. — O balançar da cabeça foi contundente, em que Gabriel indicava a mulher no assento: — Essa aqui é a Beatriz. É a gestora responsável do novo projeto.

Os dedos de Bruno deram uma leve pausa nos chás, ao pôr sobre ela aquele repasse visual, e ali escondido um arrojado escárnio desmerecedor tomou forma antes da sua figura sorrir levemente e esvair com menos brilho.

A cabeça de Gabriel logo atinou ao que ocorreu, onde Arthur e Bruno sendo um círculo comum possuíam sua amizade ali também e, para devolver no meio dos caminhos toda represália no que houve, estourou um desdobramento que era para Arthur revidar ao invés por causa do posto da ex dele, a Helena.

O olhar foi lançado com poucas ganas para cima e retrucou: — Meu intuito estava pautado na preocupação das más vias e perdições em seus trabalhos.

Ao acabar as trocas um homem ali recuou falando no escuro em tom leve o ouvido de Bruno e o mesmo apenas recolheu os apetrechos sem nenhuma despedida arrastada de desfecho.

— Uma pura loucura em si mesmo! — A voz transparecia zangada, as palavras raivosas foram proferidas por Gabriel com suas pupilas seguindo rumo das costas. — É do tipo de corja que dita do talento pondo um peso a classe social do outro, nada menos que pura e tola criancice.

Com calada paz em organizar seus papéis, sem pressa no olhar de sossego, ela se absteve de que esse arrastamento as perdesse do percurso da meta de hoje.

As causas ali ela decifrava: círculos atrelados um com um e interesses mesclados, tudo gerado sob preconceito muito enraizado; onde argumentar, muito pelo oposto das palavras ali ditas a não ser para desavenças atoa seria sem ganhos.

Gabriel se irou a estaca máxima no fim por pensar até numa quebra do relacionamento inteiro rumo às companhias com a Almeida Pharma.

— Nenhuma das atitudes destas vão parar por nós nas vias; temos opções muito boas de firmar negócio, com ele lá ou longe do local aqui em si mesmos.

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