(Ponto de Vista de Isabella.)
Decidi ir para casa depois de descansar um pouco. Mas, quando comecei a andar, ouvi subitamente Vincenzo falando suas últimas palavras à multidão.
Aproximei-me do palco e ouvi o discurso. E senti meu coração bater rápido novamente ao ouvir Vincenzo dizendo que eu sou sua Luna para a multidão.
Realmente não sei por que ele estava agindo assim. Eu não sabia se ele era um idiota e estava tentando arruinar sua carreira por causa de mim.
Porque se as pessoas soubessem que eu sou sua Luna, a maioria nunca mais confiaria em suas palavras. E por que parece que ele não se importa com isso? Ele é um idiota?
Flagrei-me batendo na própria testa. Eu não aguentava mais isso. Eu precisava ir embora antes que a campanha terminasse.
Andei o mais rápido possível e cheguei ao corredor. Senti uma pressão na barriga e decidi procurar um banheiro para urinar. Fui imediatamente para a porta de um banheiro. Rapidamente liberei toda a urina da minha bexiga.
"Hmm ..." Eu gemi baixinho quando terminei de urinar. Levantei as calças e dei descarga.
Mas quando me levantei, fiquei realmente chocada ao ver um homem parado na porta. Na verdade, ele não era apenas um homem, ele era Vincenzo.
"Você está me seguindo!? E até neste inferno, você está aqui!?" Arregalei os olhos quando o vi. Ele também parecia surpreso ao me ver.
"V-você, por que está aqui? Você perdeu a razão?" Ele respondeu e isso fez meu sangue ferver. Como ele pôde dizer essas palavras ofensivas para mim?
Coloquei os braços na cintura e o encarei. Ele abanou a cabeça e me deu um sorriso irritante que aumentou minha raiva.
Ele esticou o braço direito e apontou para o canto direito da parede. Senti-me nervosa e desejei estar errada sobre o que ele queria dizer.
Mas acho que meu destino hoje era ser humilhada quando vi o que ele queria dizer.
~Banheiro Masculino~
"Que inferno!? Estou... estou no banheiro masculino!" pensei surpreendentemente, cerrando minhas mãos em punhos. Desejava que a terra pudesse me engolir inteiramente por causa da vergonha que sentia agora. Meus olhos se recusavam a olhar para Vincenzo e decidi olhar para baixo, vendo então o seu sorriso zombeteiro para mim.
"E se o homem não fosse Vincenzo? E se alguém me visse ao invés dele? E se...? Ahhh..." Três interrogações apareceram em minha mente, me questionando. E senti o rubor das minhas bochechas se espalhar pelo meu corpo.
Não suportava a vergonha que sentia e decidi fugir. Mas, antes que eu passasse por ele, senti de repente sua mão suave tocando a minha.
"Espera, Isabella.", ele sussurrou, mas eu resisti. Não queria falar com ele agora, podia ser que alguém entrasse e nos visse ali.
Não queria ser vista como uma mulher desesperada aos olhos deles por causa deste engano de lugar.
Continuei caminhando em direção à porta para sair. Mas parecia que Vincenzo conhecia cada movimento meu, pois rapidamente se posicionou à minha frente e bloqueou o caminho.
E eu simplesmente não entendia por que minha língua parecia ter vida própria. Minha mente só queria amaldiçoá-lo.
Subitamente, senti suas longas mãos deslizando pela minha cintura enquanto a outra segurava minha mão firmemente. Seu rosto se aproximava lentamente do meu até que nossos lábios se tocaram.
Nossos lábios se encontraram e não pude resistir a esse momento. Havia algo em mim que me impediu de lutar. Queria afastá-lo, mas meu corpo não obedeceu. Mesmo não querendo aquele momento, meu corpo traiu a si mesmo. Por que eu não conseguia afastá-lo?
"Por que ainda quero seus lábios e o seu cheiro? Arghh... eu não queria isso!" perguntei a mim mesma enquanto provava de um estranho sentimento vindo de Vincenzo.
E, de maneira engraçada, me descobri tocando a nuca dele. Um toque que poderia intensificar seu comportamento romântico. Nos beijamos e senti sua língua explorar a minha. Ele também deslizou seus dedos sob minha camisa até alcançar meu mamilo.
Rapidamente abri os olhos ao sentir ele apertar delicadamente meu mamilo. Fez-me sentir uma corrente aumentando a velocidade do fluxo no meu vaso sanguíneo.
Ele apertou meu seio e lambeu meu pescoço. Eu não sabia para onde virar a cabeça com esse turbilhão de sentimentos.
Arregalei os olhos porque, após um momento de pausa, ele continuou deslizando os dedos por baixo da minha calça. Ele desabotoou o zíper e seguiu a linha da minha intimidade.
"Ummm..." E mesmo que eu não quisesse, gemi baixinho.
"Sinto saudades de você, Isabella, é por isso que estou mostrando isso..." Ele sussurrou em meu ouvido. Mas eu não respondi porque queria sentir cada toque de seus dedos pelo meu corpo.

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